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Conta de luz acumula alta de 3,58% no Brasil no 1º semestre de 2026

  • engelesert
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Tarifa de energia elétrica residencial superou por pouco inflação do país entre janeiro e junho, mostra levantamento do IBGE


21/07/2026, 09:11:07


A tarifa de energia elétrica residencial acumulou alta de 3,58% no Brasil no primeiro semestre de 2026, superando por pouco a inflação do país para o mesmo período, que foi de 3,36%, mostram dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (10/07) pelo IBGE. No mês de junho, a conta de luz aumentou 1,53% e foi o o principal impacto individual no resultado do mês (0,06 p.p.).  


Além da permanência da vigência da bandeira tarifária amarela, com acréscimo na conta de luz de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, em junho, foram incorporados os seguintes reajustes: 14,89% em uma das concessionárias em Porto Alegre (4,67%), a partir de 19 de junho; 19,55% em Curitiba (4,02%), vigente desde 24 de junho e 5,21% em Belo Horizonte (3,65%), desde 28 de maio. 


O  IBGE ressaltou que a variação de 5,61% no Rio de Janeiro reflete o retorno da vigência do reajuste de 15,10% sobre as tarifas de março de 2026 em uma das concessionárias, conforme o despacho 2.129 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 11 de junho de 2026. O Rio de Janeiro também foi a capital que mais acumulou aumento na conta de luz no semestre: 16,98%. 


Entre as demais regiões incluídas na pesquisa, as principais altas aconteceram em Campo Grande (MS), com 6,03%, e Belo Horizonte (MG), com 5,81%. Ainda conforme a pesquisa, a energia elétrica residencial acumula alta de 8,79% no país nos últimos doze meses, superando a inflação do mesmo período, que foi de 4,64%. 


Bandeira amarela

Em julho, a bandeira tarifária amarela segue vigente no país. Com isso, os consumidores de energia elétrica de todo o Brasil têm o custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos pelo terceiro mês consecutivo.

Conforme a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a manutenção da bandeira amarela reflete condições menos favoráveis de geração no país, típicas do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.


 
 
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